O primeiro nome moderno do chocolate foi "Theobroma"
ou, traduzindo do grego, "alimento dos deuses".
O nome foi criado no século XVIII por um botânico
sueco, Carlos Linnaeus, conhecedor da história
do chocolate entre os povos antigos.
A saga do chocolate começa, para valer, a partir
do descobrimento da América, pois até
1492 o Velho Mundo nada sabia sobre o delicioso e extraordinário
alimento.
Admite-se que os índios astecas foram os primeiros
“chocólatras” conhecidos da história.
Eles coletavam sementes de cacau e faziam uma infusão
que acreditavam ser um poderoso afrodisíaco,
chamada "chocolate" (líquido quente).
A partir de 1528 o chocolate começou definitivamente
a fazer sua história, tornando-se tão
popular e valioso na Espanha que sua produção
foi mantida em segredo por mais de um século.
A escassez de chocolate durante o século XVII
fez com que este se tornasse um presente de excepcional
valor. Contudo, os monges monastéricos espanhóis,
responsáveis pela manufatura do líquido,
não conseguiram escondê-lo por muito mais
tempo.
Durante boa parte do século XIX, o chocolate
continuou a ser consumido exclusivamente na forma líquida
- mas a partir de 1861 passou a ser vendido na forma
sólida, acondicionado em caixas com formato de
coração. E apenas em 1876, em Vevei, na
Suíça, o chocolatier Daniel Peter desenvolveu
a técnica de adição de leite ao
chocolate, criando o produto final que consumimos até
hoje.
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